quinta-feira, 6 de novembro de 2014

De mão em mão vai-se abrindo o coração

Ás vezes pensamos não ter salvação
Pensamos não ter cura, não ter perdão
Pensamos ser maus desde o começo
Pensamos que tudo tem o seu preço

Pensamos que não há outra opção
Que já não existe excepção
Que a esperaça foi toda em vão.

Mas outras vezes algo perdomina a razão...
Quando nos deparamos com uma decisão
Entre observar um estranho ou vê-lo como um irmão
Entre ser competitivo ou oferecer compreenssão.
Entre vê-lo cair, impotentes, ou doar-lhe a nossa mão.
Aí a luz espreita no meio da confusão.
Aí algo faz palpitar a circulação
É a lembrança  (...)
Que depois da tempestade vem a bonança

Nesse sentimento entendemos a depressão. E é então aí que chegamos à conclusão
Que não passa tudo de uma ilusão
Criada pelos desejos egoístas de uma nação
Alimentada às mentes esquecidas da multidão.
Que não pode ser curada senão
Quando fechamos a mente e abrimos o coração.


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